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19.2.12

Clemence Poesy na Glamour UK

Escrito por Ana Mora às 13:00 25 comentários
Clémence Póesy é uma atriz francesa que participou dos filmes da série Harry Potter como a francesa Fleur Delacour, e na quarta temporada de Gossip Girl interpretou Eva, a namorada de Chuck Bass. Isso tudo segundo a Wikipédia, porque eu não vi todos os episódios de Harry Potter e desisti de GG no começo da terceira temporada, porque já estava achando forçado demais! :P

Enfim... na edição de fevereiro da revista Glamour UK, Clémence foi a personagem principal de um editorial muito phyno, digno daqueles em que eu arranco as páginas e colo na parede pra ficar admirando que nem besta. o.O 

O editorial tem uma vibe toda fofinha e retrô, cheio de tons pastéis e romantismo, e foi inspirado na campanha do Miss Dior Chérie, dirigido pela maravilhosa Sofia Copolla. Essas ambientações mais vintage repletas de delicadeza e simplicidade são muito Paris pra mim! Acho que vocês, que também nunca foram à cidade, devem ter uma imagem mental/impressão semelhante à minha. :) Deve ser tudo tão lindo e romântico por lá!

O vídeo da campanha do Miss Dior é esse aqui embaixo, assistam, é bem lindinho mesmo e vale a pena. Não vai ser tempo perdido, garanto! :)





Agora, o editorial :)













Vale lembrar que a revista Glamour terá sua primeira edição brasileira em abril de 2012. Ela será lançada pela Revista Globo, e substituirá a revista Criativa, que vai deixar de ser produzida. A nova publicação terá Monica Salgado como diretora de redação e Adriana Bechara como diretora de estilo. Tomara que seja tão boa quanto a Glamour UK, que é divina *_*




Eu assino a Teen Vogue, mas ultimamente ela vem com mais propaganda do que conteúdo, o que me irrita MUITO. Estou pensando em trocar a assinatura agora, mas vou esperar sair a primeira Glamour aqui no Brasil pra ver se vale a pena :)

E aí, o que vocês acharam, meninas?!




17.1.12

Referência: Larger Than Life

Escrito por Nati às 15:30 5 comentários

Oi gente! Como estão vocês?

Aqui é a Nati, e eu sou tudo isso que a Ana falou no post anterior (menos o fato de ser o "AS" das redes sociais, mas ainda vou ser um dia :). Nos conhecemos na faculdade de moda, que eu não concluí. Saí dessa vida para fazer publicidade, e aqui estou eu, firme, forte e feliz. E sim, to na vibe do sertanejo. É divertido!

Tem certas coisas na vida que nós não conseguimos controlar, e uma delas é diversão. Pelo menos pra mim.
Pois bem, espero ser útil e divertida aqui pra vocês :)

Mesmo eu não concluindo a faculdade de moda, nunca deixei de gostar, mas o meu lado publicitário fica ligado 24h por dia. E já que eu tenho esse affair com a moda e a publicidade, esses dias estava eu pelo trabalho, quando o pessoal comentou sobre uma revista totalmente conceitual, exclusivíssima e limitadíssima, o que me chamou a atenção, claro.

A revista se chama Visionaire, mas não se trata de uma simples e mera revista comum: com edições limitadas a 3 edições ao ano, ela seria uma mistura de moda e arte, produzida com exemplares limitados. 

Desde 1991, a Visionaire abrange assuntos famosos e emergentes, sobre artistas e personalidades ao redor do mundo. Para dar uma cara mais personalizada para a revista, diferentes artistas colaboram com a publicação.



Todas as edições são interativas, e tratam de um tema diferente. Essa última, a número 61, traz na capa a cantora Lady Gaga, coberta de óleo. A publicação com o nome de "Larger Than Life" (sim, mesmo nome da música dos inesquecíveis Backstreet Boys), que quer dizer "maior que a vida", entrou para o Guiness Book como a maior revista já publicada, medindo 1,46m X 2m, a edição Deluxe.




Essa edição possui 2 versões: a Deluxe, com 22 páginas, 250 exemplares, que custa nada menos do que US$ 1,5 mil cada uma (!) e a Standard, com 22 páginas, US$ 375 cada. (Sim, dólares galera. Sairia algo em torno de 2.600 reais a edição Deluxe e 610 reais a Standard).

O conteúdo dessa edição conta com a colaboração de alguns famosos, como Steven Meisel, Mario Sorrenti, Bruce Weber, Karl Lagerfeld e Ridley Scott. A proposta da número 61 seria algo como "dar escala para as pessoas criarem, cada uma ao seu estilo".

A Visionaire é uma revista conceitual, portanto, além de ter um tema a cada edição, ela também tem outras singularidades: não aceita anúncios, quase nunca leva textos e valoriza muito mais as fotos.

Todas as edições são, de alguma maneira, interativas. Por exemplo, a edição 42, que trazia 21 essências criadas por famosos; a edição 50, que levava 30 pequenos bonecos feitos por artistas, ou a edição 18, que foi embalada num tipo de envelope Louis Vuitton.




Eu não sei quanto à vocês, mas eu fiquei curiosíssima para conhecer esse feitio, e apaixonada por toda essa arte conceitual publicada, mesmo que em número limitado.

E sabe qual é o pior? Essa edição teve o lançamento aqui no Brasil, em São Paulo, no dia 9 de dezembro de 2011.

Tão perto, mas tão longe. Quem sabe um dia... :)

Beijos pra vocês,




9.5.10

Vogue - Uma história

Escrito por Ana Mora às 19:45 0 comentários
Sempre gostei de ler. Revistas, jornais, zines, bulas de remédio, embalagens de shampoo... qualquer coisa que eu julgue interessante ou uma simples informação inútil (eu não sou química, para quê ler a composição do shampoo? ò.ó) com certeza tem um espaço guardado dentro da minha mente - e do meu coração (not!).

Como eu estudo Moda, a Vogue sempre foi um ícone de revista importante, de coisa que eu desejava ler. Virar as páginas com cuidado, em meu atelier, tomando um cházinho e comendo rosquinhas de coco. Ui. Mas obviamente isso nunca aconteceu nem vai acontecer. Primeiro, porque eu estudo Moda, mas não pratico. Segundo, porque eu achei a revista uma bela porcaria. 

Depois de colecionar várias durante dois anos, eu me toquei que a revista nunca me acrescentou nada REALMENTE novo. Nada que me tocasse ou que transformasse algo em mim. Ou seja, era apenas um acúmulo de informações e referências, que pra mim não tinham a menor importância e não faziam diferença. Sou muito mais uma Elle ou L'Officiel ou qualquer outra (jesus!) do que a Vogue. E não, eu nunca tive nenhum trauma com ninguém da editora, rs. 

Mesmo que eu não goste da Vogue, eu a suporto. Afinal de contas é uma das maiores revistas do mundo, que produz informação fast n' easy para o consumidor final (na minha opinião, para o consumidor super final). Ainda assim admito que alguns editoriais são simplesmente orgasmáticos, lindos,  e que a qualidade do material da revista é ótimo, além de muito bom gosto na feitoria da mesma. O que eu não suporto mesmo, é o excesso de comerciais, afinal de contas, quase a totalidade da revista (incluindo matérias e notinhas) são todas pagas pelas marcas para serem feitas... Acho que aí é que se encontra a falha, porque a Vogue peca com os leitores ao não nos mostrar tudo, e ao tentar manipular-nos sobre isso. Mas enfim, essa é apenas a minha opinião pessoal, de alguém que já leu muito a Vogue e que já soube separar o joio de trigo...

Mas, mesmo com todo esse problema, a Vogue continua sendo um ícone de editorial de Moda, e nada mais justo do que dar a ela também seus devidos valores. Podemos contar um pouquinho da história da Moda, através da revista, que está presente desde 1916 no cotidiano das mulheres. 

Encontrei um site que se chama Cover Browser, que possui digitalizadas a maioria das capas da Vogue, desde o comecinho. Super interessante verificar a estética presente em cada época, analisar as décadas, as diferenças, as coincidências... Uma pena não poder ver a revista toda, mas as capas já nos dão uma boa noção de todos esses conceitos.




 

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